“Uma Igreja Para Sua Família”
Rua Lafaiete 866 - Centro
Ribeirão Preto - SP
CEP: 14015-080
Telefone: (16) 3421-5353
E-mail:
Agenda permanente

Secretaria:
De Segunda a Sexta-feira das 08h00 às 18h00.

Terça-feira:
14h30 - Reunião de oração para mulheres.

Quarta-feira:
19h30 - Culto de adoração e oração.

Sábado:
13h00 - Esportes
16h00 - União de Juniores
16h00 - União de Adolescentes
16h00 - Amigo de Missões
16h00 - Mensageiras do Rei
20h00 - Encontro de Jovens

Domingo:
09h00 - Escola bíblica dominical.
10h15 - Culto de adoração e proclamação.
19h00 - Culto de adoração e proclamação.

Página
Inicial
História
da PIB
Ministérios Diretoria Onde
Estamos
Nosso
Pastor
Princípios
Batistas
Declaração
de fé
Eventos
realizados
Calendário
de eventos
Vida da
igreja
Palavra
de vida
A Bíblia Jesus,
o Cristo
NAC Quer ser
membro?
Pesquisa
no site
Pregações Artigos
pastorais
Atualização
cadastral
Aniver-
sariantes
Pedido de
oração
Boletins
semanais
Escala
ministerial
Links Mapa
do site

Voltar à página de Jesus...


Os Evangelhos de Jesus

O EVANGELHO SEGUNDO MATEUS

É uniforme crença, na Igreja cristã, que foi Mateus quem escreveu o Evangelho do seu nome. A data só aproximadamente pode ser determinada. Conquanto tenha sido escrito depois do de Marcos, pode inferir-se de Mt 24.15, comparada esta passagem com Lc 21.20, que a crise não tinha ainda chegado. Note-se o caráter indeterminado e o solene aviso “quem lê entenda”. Além disso, aquelas passagens de Mt 4.5; 5.35; 22.7; 23.2 a 34; 24.2,15 e 27.53, com as suas alusões à Cidade Santa, ao lugar Santo, e à Cidade do Grande Rei, parecem implicar que o Evangelho foi escrito no fim da guerra com os judeus (70 d.C.).

Os assuntos do livro não estão pela mesma ordem da do Evangelho segundo S. Marcos. Em resumo são: 1.1 a 2.23 – nascimento e infância de Jesus; 3.1 a 4.11 – preparação para o ministério; 4. 12 a 18.35 – ministério na Galiléia; 19.1 a 20.34 – Peréia e a viagem a Jerusalém; 21.1 a 25.46 – o ensino em Jerusalém; 26.1 a 28.20 – a paixão e a ressurreição.

As principais seções, particulares deste Evangelho, são as seguintes:

l. A real genealogia, a história dos primeiros dias da infância de Jesus em Belém e a fugida para o Egito (1,2).

2. Discursos. Partes do sermão da Montanha (5 a 7), e palavras contra os fariseus (23); considerações a respeito da Sua Igreja (16.17 a 19; 18.15 a 20).

3. Parábolas. O trigo e o joio (13.24 a 30 e 36 a 43); o tesouro escondido; a pérola de preço; a rede lançada ao mar (13); o credor incompassivo (18); os trabalhadores da vinha (20); os dois filhos (21); a veste nupcial (22); as dez virgens; os talentos; e a descrição do Juízo final (25).

4. Milagres. A cura de dois cegos, e a cura dum mudo endemoninhado (9); Pedro caminhando sobre as águas do mar (14); a moeda na boca do peixe (17); o tremor de terra e a ressurreição dos santos (27).

5. Incidentes relacionados com a paixão, crucificação e ressurreição: a morte de Judas; o sonho da mulher de Pilatos; a guarda vigiando o sepulcro (27); o aparecimento de Jesus às mulheres, perto do sepulcro, e sobre um monte da Galiléia aos discípulos (28).

Para quem foi escrito o Evangelhos? Aparentemente para os leitores judeus. Em todo o livro se encontram sinais de ter sido escrito por um hebreu cristão familiarizado com os sagrados escritos do seu país e profundamente penetrado do seu espírito. O seu principal fim, ao escrever a vida de Jesus, parece ter sido mostrar que o rejeitado Mestre de Nazaré é, realmente, o prometido rei de Israel.

Ele encontra o herdeiro do trono de Davi na oficina duma vila da Galiléia e vê no filho adotivo de José o “Emanuel” de Isaías. Narra os perigos que correu o menino Zesua por causa do receio dum rival, e o Seu livramento do que tinha sido anunciado pelos profetas. Os ensinamentos são no evangelho apresentados pelo Rei de Israel, como sendo o complemento da antiga lei. As Suas ações e milagres, e todas as circunstâncias dos Seus sofrimentos e morte, são o cumprimento de profecias relativas ao Filho de Davi. Com respeito às predições de Jesus, são aqui mencionadas aquelas que se referem, ou à perseguição dos Seus discípulos por obra dos judeus, ou à ruína do estado judaico, essa ruína temporal que os antigos profetas tinham posto em conexão com o estabelecimento do reino espiritual de Israel (cp. o cap. 24 com 66 de Isaías). Este evangelho, mais completamente do que qualquer dos outros, faz ver a ligação entre o A. T. e o N. T. sendo muitas vezes as aplicações extraordinariamente admiráveis e sugestivas.


O EVANGELHO SEGUNDO MARCOS

A autoria deste Evangelho é atribuída a João Marcos. Uma das mais antigas tradições cristãs relaciona a origem do seu trabalho com o apóstolo Pedro; e, na verdade, Justino Mártir (100 a 120 d. C.) cita o Evangelho como sendo as “Memórias de Pedro”. Certos característicos do Evangelho (veja-se abaixo) apóiam essa suposição. A tradição cristã não é menos forte na indicação de Roma, mesmo lugar da sua composição. E, quanto à data, diz Ireneu que o Evangelho é posterior à morte de Pedro e de Paulo. Mas como nele não se acha referência alguma à tomada de Jerusalém (70 d. C.), deve colocar-se o seu aparecimento em época anterior àquele ano, entre o ano 63 e 70 (d. C.).

Os diversos assuntos deste Evangelho podem ser assim divididos:

I. Uma breve introdução, descrevendo a pregação do precursor de Jesus e o próprio batismo e tentação do Salvador (1.1 a 13).

II. Os mais importantes acontecimentos da vida pública e ministério de Jesus na Galiléia, ocupando estes fatos a parte maior do livro (1.14 a 9.50).

III. Uma resumida narração da viagem de Jesus a Jerusalém (10); a Sua entrada na cidade, e alguns acontecimentos que ali ocorreram, principalmente os Seus sofrimentos, morte e ressurreição (11.1 a 16.20).

Pela prova interna sustenta-se que o Evangelho foi escrito principalmente para os leitores gentios. Na verdade, explicam-se palavras, que os gentios não compreendem (3.17; 5.41; 7.11; 7.34; 10.46; 14.36; 15.34); e igualmente são explicados os costumes judaicos (7.3,4; 14.12; 15.42); são poucas as referências ao A. T.; e lêem-se formas latinas, que não aparecem nos outros Evangelhos (6.27; 7.4; 12.42; 15.39,44,45).

Eis algumas particularidades do Evangelho de S. Marcos:

Os milagres do surdo e mudo (7.31 a 37) e do cego de Betsaida (8.22 a 26); a parábola da semente que cresce de modo oculto (4.26 a 29); o caso daquele jovem envolto num lençol de linho, quando Jesus foi preso (14.51,62); a aparição de Cristo aos discípulos depois da ressurreição, sendo acusados de incredulidade (16.14 a 18); e a explicação dos costumes judaicos a respeito da purificação (7.2 a 4).

Entre outros característicos deste Evangelho, precisamos notar que, diferente dos outros, ele não apresenta nenhum predominante fim teológico: é apenas uma crônica, alongando-se principalmente sobre os maravilhosos atos de Jesus. A vida que ele descreve é cheia de ação dotada dum poder sem limites, duma energia que não fatiga, e duma graça inesgotável. A relação do autor com Pedro explica as firmes, vívidas e circunstanciadas cores da narrativa. As próprias palavras aramaicas, que o Divino Mestre emprega, são por vários motivos proferidas, como Boanerges, Talita cumi, Efatá, Corbã, Aba. As várias emoções dos personagens são maravilhosamente indicadas na narrativa. Veja-se por exemplo: 3.34; 8.12; 10.14,21,32; 16.5,6. O tempo e o lugar são cuidadosamente particularizados.

E se certas passagens referentes a Pedro são omitidas por outros evangelistas (1.36; 11.21; 13.3; 16.7), também ele omite referências a Pedro que são igualmente importantes (cp. 7.17 com Mt 15.15 e 8.29,30 com Mt 16.17 a 19).


O EVANGELHO SEGUNDO LUCAS

A autoria deste livro é, pela voz unânime da antigüidade, desde Ireneu (c. 180 d.C.) em diante, atribuída a Lucas, o médico. E alusões a ele alguns críticos descobriram a partir de Clemente de Roma (95 d.C.). Que o autor do Evangelho é o mesmo dos Atos dos Apóstolos, é quase universalmente aceito. A data do livro é incerta. A comparação deste Evangelho com Mateus e Marcos nos sugere que é o livro de Lucas o último dos evangelhos sinóticos, e deste modo deve ter sido escrito depois do ano 70 (d.C). Mas também tem sido considerado que os dois anos da prisão de Paulo, em Jerusalém e Cesaréia, podiam ter proporcionado a Lucas a ocasião de compor a sua obra, o que torna possível ter sido escrita pelo ano 60 mais ou menos. O estilo do autor é o dum homem educado, hábil na maneira de escrever.

O sumário do Evangelho é o seguinte:

Prefácio (1.1 a 4).

O nascimento e os primeiros tempos da infância de Jesus Cristo (1.5; 2).

O Seu batismo, genealogia, e tentação (3.1 a 4.13).

O Seu ministério na Galiléia (4.14 a 9.50).

A Sua viagem, partindo da Galiléia, indo pela Samaria, Peréia e Judéia, e terminando com a Sua chegada a Jerusalém (9.51 a 19.27).

A Sua entrada na Cidade Santa, e os fatos que se seguiram até à Sua crucifixão (19.28 ao cap. 23).

A Sua ressurreição e seus resultados (24).

Pelas características deste livro achamos que ele nem foi escrito dum modo particular para os judeus, nem especialmente para os gentios mas para todo mundo: é o Evangelho duma livre e universalmente oferecida salvação.

As particularidades deste Evangelho são numerosas e notáveis:

l. A narrativa dos acontecimentos que precedem e acompanham o nascimento de Jesus, incluindo o nascimento de Soão Batista, e belos hinos cristãos, conhecidos pelos nomes de Magnificat (1.46 a 55), Benedictus (1.68 a 79), Gloria in Excelsis (2.14) e Nunc Dimittis (2.29 a 32); a genealogia humana (3.23 a 38).

2. A infância de Jesus, o único episódio que quebra os ‘trinta anos de silêncio” (2.41 a 52).

3. Muitos discursos e máximas de Jesus, com certos incidentes como os relacionados com a festa na casa de Simão (7); mas especialmente os fatos que estão compreendidos na grande seção que se estende desde 9.51 até 18.14. (Algumas das palavras de Jesus, incluídas nesta seção, são apresentadas por Mateus e Marcos sob aspectos diferentes, e foram talvez repetição das Suas primeiras falas.) Há incidentes absolutamente peculiares a este Evangelho, como a rejeição de Jesus pelos samaritanos (9), a missão dos setenta (10), discursos concernentes à maneira de dirigir os discípulos (14.25 a 35; 17.1 a 10), a visita a Zaqueu (19) e várias parábolas.

4. O Evangelho encerra as seguintes parábolas: a dos dois devedores (7); a do bom samaritano (10); a do amigo importuno (11); a do rico louco (12); a da figueira estéril (13); a da dracma perdida e do filho pródigo (15); a do feitor infiel; a do rico avarento e Lázaro (16); a do juiz iníquo; a do fariseu e do publicano (18); a das minas (19).

5. Os milagres narrados somente neste Evangelho são: a pesca maravilhosa (5); a ressurreição do filho da viúva de Naim (7); a cura da mulher paralítica (13); a do homem hidrópico (14); a dos dez leprosos (17); a cura de Malco (22).

6. Com respeito aos acontecimentos ligados com a morte e ressurreição de Jesus Cristo, Lucas é o único evangelista que menciona a oração pelos Seus algozes (23.34), e a promessa ao ladrão arrependido (23.39 a 43). A ida a Emaús e a ascensão (24), embora estejam mencionadas no sumário do último capítulo de Marcos, são, de certo modo, peculiares ao Evangelho de S. Lucas.

É também para se notar que neste Evangelho, mais do que em qualquer outro, é reconhecida a dignidade da mulher, visto como S.Lucas retrata belamente a mãe de Jesus Cristo, e nas referências tantas vezes feitas a mulheres mostra estas no serviço do Mestre, e as atenções do Salvador para com elas (Lc 1,2; 7.11 a 17; 8.1 a 3.48; 10.38 a 42; 13.16; 23.28; etc.).

Além disso, em nenhum outro evangelho é o seu autor tão cuidadoso em patentear a atitude de Jesus para com os pobres, necessitados, e desprezados (2.24; 6.20 a 25; 8.2,3; 12.16 a 21; 14.12 a 15; 16.13; 19.25, etc.);


O EVANGELHO SEGUNDO JOÃO

A prova positiva de ter sido João Evangelista o autor do quarto Evangelho. O próprio autor apresenta-se ao leitor no seu Evangelho. Em três passagens (1.14; 19.35 e 21.24), o escritor, embora permanecendo anônimo, parece referir-se a si próprio, reclamando precisamente para os seus escritos a autoridade de uma testemunha ocular. Para a identificação do autor, uma direção é fornecida, na última das passagens referidas (21.24). Quem é “o discípulo que dá testemunho destas coisas”? A resposta é: Aquele “discípulo a quem Jesus amava, o qual na ceia se reclinara sobre o peito de Jesus” (21.20; cp. com 13.23,25; 19.26; 20.2 e 21.7). Ora, aos acontecimentos referidos no cap. 21 estavam presentes Pedro, Tomé, Natanael, os filhos de Zebedeu, e “mais dois dos seus discípulos” (vers. 2). Dentro deste círculo é natural procurar “o discípulo amado” naquele trio, que nos sinóticos aparece na mais estreita relação com Jesus, e que consta de Pedro, Tiago e João. Pedro, contudo, é excluído pela própria narração, e Tiago foi martirizado muito antes de ter podido escrever-se este Evangelho. Fica, pois, o apóstolo João.

A prova interna, oferecida pelo próprio Evangelho. Pela narrativa se infere que o seu autor era:

1. Judeu.. Ele acha-se perfeitamente familiarizado com as opiniões judaicas (especialmente tratando-se da esperança messiânica, 1.21; 4.25; 6.14,15; 7.52; 12.13,34; e 19.15,21), e com os usos e práticas do povo de Israel. As explicações que o autor dá só poderiam ser fornecidas por um judeu, vivendo a certa distância da Palestina, depois da ruína da nação e do culto judaico, e quando se tinham tornado numerosas as conversões de pagãos ao Cristianismo. E assim ele se refere às festas, chamando-lhes “festas dos judeus” (5.1 e 6.4); esclarece que o mar da Galiléia é a mesma coisa que o “mar de Tiberíades” (6.1); diz aos seus leitores que “Rabi” quer dizer “Mestre” (1.38), e que “Messias” quer dizer “Cristo” (1.41); e explica o procedimento dos samaritanos, recordando o fato de que “os judeus não se dão com os samaritanos” (4.9).

2. Natural da Palestina. Mostra que lhe era familiar a topografia da Palestina e a de Jerusalém (cidade que já estava em ruínas quando o Evangelho foi escrito).

3. Falava aramaico. O estilo é semítico, e as citações do A.T. mostram não só o conhecimento do hebreu, mas também da versão dos 70.

4. Testemunha ocular. Tempo, pessoas e lugares são constantemente especificados, mostrando o caráter gráfico da narrativa ou “a habilidade de um artista consumado ou a memória de um observador” (Westcott). Vejam-se as passagens do Evangelho, a que já nos referimos (1.14; 19.35; 21.24).

5. Um apóstolo. Trata-se de uma testemunha ocular em estreita relação com os pensamentos e ações dos apóstolos e de Jesus Cristo. E agora passemos destas considerações, que têm a sua origem no próprio Evangelho, para o testemunho externo em favor da autoria de João. As palavras de Jo 1.1 são citadas por Teófilo de Antioquia (c. 180 d.C.), fazendo-as preceder de: “João diz.” Ireneu (que conheceu Policarpo, sendo este conhecido de João) atribui o livro, sem hesitação alguma, a “João discípulo do Senhor, e que também se recostara no Seu peito”, afirmando inclusive, que ele o escreveu em Éfeso, onde permaneceu até ao tempo de Trajano (97 a 117 d.C.). Um testemunho semelhante é dado por Tertuliano, por Clemente de Alexandria, e por outros escritores dos tempos subseqüentes. Além disto, investigações recentes mostram que já Taciano (c. 170 d. C) fazia uso deste Evangelho, e que é quase certo ter sido conhecido de Justino Mártir (c. 150); e lêem-se passagens da mesma obra em Valentino (c. 130), e em Basilides (c. 125), que são citadas por Hipólito.

A data do livro apenas a podemos deduzir. As palavras de Jo 21.19 sugerem-nos que se está aludindo a fatos passados havia bastante tempo, embora este capítulo 21 possa ter sido um apêndice à narrativa original. Com dificuldade se pode crer que tenha sido escrito o Evangelho antes do ano 80, devendo, talvez, pertencer à última década do primeiro século. Não há suficiente base para pôr em dúvida a crença da primitiva Igreja de que o Evangelho foi escrito em Éfeso.

Sumário do conteúdo:

I. (1.1 a 18): O prólogo, expondo a glória do Filho de Deus na Sua natureza divina e atos, bem como no fato e fim da Sua Encarnação.

II. (1.19 a 12.50): Acontecimentos que ocorreram durante a Sua vida pública, manifestando o Filho de Deus a Sua glória a todo o povo. (a) Na primeira parte achamos: o testemunho de João Batista, a fé dos primeiros discípulos, a inquirição de Nicodemos, e a fé dos samaritanos e a de um nobre da Galiléia (1.19 a 4.54); (b) nas narrativas subseqüentes se tratam os milagres de Cristo, conversações, e o Seu modo de viver, no meio de uma oposição violenta sempre em aumento (5.1 a 12.36). Vêm finalmente as reflexões sobre as precedentes narrativas (12.37 a 50).

III. (13.1 a 21.25): Acontecimentos preparatórios e em conexão com a Sua morte, manifestando Jesus a Sua Glória de um modo especial aos Seus discípulos. Temos nesta parte final: (a) os Seus discursos particulares, falando o Mestre aos Seus discípulos mais íntimos, e a Sua oração intercessória (13.1 a 17.26); (b) o Seu julgamento, paixão e morte (18.1 a 19.42); (c) a ressurreição e aparecimento aos Seus discípulos (20), acrescentando-se em apêndice uma nova descrição dos acontecimentos, junto ao mar de Tiberíades.



Extraído do Livro: Dicionario Biblico Universal - Buckland - Editora Vida


Melhor resolução: 800x600 pixels ©2008-2009 PIB de Ribeirão Preto-SP